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Ok, o título desse post é uma tradução ruim para “Macanudo”, tiras em quadrinhos do argentino Ricardo Liniers. Mas é mais ou menos isso que a palavra significa: alguém/algo que é muito legal, bacana, divertido.
Publicada no Brasil diariamente na Folha de São Paulo, a tira é a nossa Prateleira de Pixels de hoje!
Diferente de outros posts dessa seção, o Macanudo é um “livro” que aumenta todos os dias. E pode ser encontrado em português neste site (de onde tirei as imagens que ilustram o post).
Também é possível ler mais tiras do Liniers em espanhol aqui e ver o site mais institucional em espanhol ou inglês aqui.
Sou suspeita pra falar dele: tinha uma agenda do Macanudo em 2009 e o Liniers gracinha (#hebefeelings) autografou ela pra mim!
Ele ainda me desejou feliz aniversário na página do meu dia!
E olha: ele é MUITO simpático e legal – muy macanudo ;).
Fui a uma mesa sobre humor nos quadrinhos no 6o FIQ (Festival Internacional de Quadrinhos), em Belo Horizonte, no ano passado. Esse ano tem mais FIQ, hein? Quem será que aparecerá por lá?
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E aí? Muito estranho falar de tirinhas online como literatura de pixels?
Que nada..!
Se gostaram, leiam a matéria sobre o Asterix na Revista Livro Número 0! (páginas 42 e 43)
Sábado foi dia de Bienal! Cheguei por volta de 13h30, para participar do Café Literário com o Paulo Markun e o Ruy Castro.
A conversa dos/com os dois foi muito boa (ainda vou escrever um post sobre ela mais no fim da semana, quando acabarem os meus trabalhos da pós). Os dois são biógrafos e jornalistas, considerados dos mais importantes e competentes atualmente, e falaram sobre “As aventuras do biógrafo: quando o jornalismo se alia à pesquisa histórica”.
Depois do Café andei um pouco pelo Expominas. Quem conhece o lugar, sabe que ele é bem grande. Ou seja: não visitei todos os estandes. Do que vi até o momento, os preços dos livros estão parecidíssimos com os das livrarias, sendo que muitas livrarias online estão vendendo mais barato. Um outro porém da visita à Bienal é o custo da entrada (variável) e do estacionamento, de 15 reais.
Fora o problema dos preços, gostei de muitas coisas. Algumas editoras trouxeram alguns livros mais difíceis de achar aqui em BH, então é possível sair da Bienal com aquele livro que você estava procurando há um tempo pelo mesmo preço da loja. Os quadrinhos estão bem representados, vi 2 estandes fora a Leitura. Consegui encontrar lá as revistas da Vertigo que faltavam para a coleção (do namorado). E editoras novas também apareceram, como é o caso da Belas Letras (falo dela depois). A programação para crianças está grande também, havia muitas famílias por lá no sábado.
Pretendo voltar de novo na sexta-feira e no sábado, para visitar melhor e participar de outras mesas. Acompanhei os debates de domingo, segunda e terça via twitter e me pareceram tão bons quanto o que assisti. Gostei do meu passeio semana passada (discussão + passeio nos estandes) e indico. Ainda que haja algumas ressalvas importantes, a Bienal do Livro de Minas preenche todos aqueles motivos que citei no post de semana passada.
Por isso, aproveite que a programação do fim de semana está bem legal e faça a sua visita! A programação completa e demais informações estão no site www.bienaldolivrominas.com.br e o twitter para acompanhar o que está acontecendo é @bienaldolivromg.
Hoje encontrei várias notinhas e reportagens interessantes pelos jornais, sites e newsletters. Quer ler alguns?
Da newsletter do Publishnews, que faz um clipping diário de notícias sobre o mercado livreiro:
No primeiro “media training” que tiveram ontem, as candidatas ao Miss Brasil aprenderam sobre O pequeno príncipe. A direção do concurso percebeu que, nas edições anteriores, a maioria das moças não sabia do que se tratava quando jornalistas perguntavam sobre o livro, clássico das misses nos anos 60, conta a coluna Gente Boa. (Fonte: Jornal O Globo)
Quer meu testemunho? É batata! Experimente aparecer no trabalho ou na escola com o livro “O Pequeno Príncipe”. Você vai ouvir “tá se preparando pra ser miss?”.
Na Folha de São Paulo, o caderno de turismo trouxe uma matéria sobre Orlando, nos EUA, e antecipou uma novidade:
Neste ano, o “crème de la crème” de julho será “O Mundo Mágico de Harry Potter”, uma área temática que deve abrir no dia 18 de junho no Islands of Adventure, um dos dois parques da Universal Studios. O castelo de Hogwarts foi erguido seguindo fielmente a imagem retratada nos filmes da saga do bruxo.
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Quando for aberto, o público poderá entrar no castelo [de Hogwarts]. Dentro dele estará uma das principais atrações da área, o brinquedo “Harry Potter e a Viagem Proibida”. Após passar por cenas do livro -reproduzidas fielmente a partir da versão cinematográfica-, como a sala de Dumbledore, o visitante será convidado por Hermonie a faltar da aula e a viajar com ela, Harry Potter e Ron. O filme se passa em uma tela de 360 e é uma viagem pelas aventuras dos bruxos. Começa sobrevoando Hogwarts, leva o visitante a uma partida de quadribol e por “dementadores” -seres que tiram a alegria. No total, são 12 as cenas que compõem a atração. Do lado de fora do castelo, duas montanhas-russas, a Voo do Hipógrifo, e o Desafio do Dragão, que já existe.
Quer mais? Vão vender cerveja amanteigada no parque e também vai ser possível enviar cartas pelo correio coruja!!!!!!!!! A matéria completa está aqui (só para assinantes Folha ou UOL).
Vi no Jornal do Brasil e na Folha uma notícia sobre “O diário de Anne Frank”, um dos livros que marcou minha adolescência. O diário dela é um dos relatos mais famosos sobre a Segunda Guerra Mundial. Na casa onde ela se escondeu dos alemães na cidade de Amsterdã, na Holanda, hoje funciona um museu dedicado a ela. Daí que todos os diários – manuscritos e conservados – de Anne Frank foram entregues a este museu e estão expostos para quem quiser ver. Segundo o JB, 1 milhão de pessoas visitam o museu anualmente e o livro já teve mais de 35 milhões de exemplares vendidos no mundo. Leia toda a notícia aqui.
Para terminar, uma notinha do blog Gibizada. Os livros (clássicos) “O médico e o monstro”, “Drácula”, “Frankenstein”, “Os três mosqueteiros” e “O homem da máscara de ferro” ganharam versões em quadrinhos, lançadas pela Companhia Editora Nacional. Além da história transformada em quadrinhos o livro traz um texto que contextualiza a obra. Veja mais no blog.
A maior parte destes livros também foi transformada em filmes. “O homem da máscara de ferro” foi filmado com Leonardo di Caprio no papel principal. Lançado depois de “Titanic”, levou muitas fãs dele ao cinema para conhecerem a obra de Alexandre Dumas (ã-hã).
Vários filmes sobre Drácula também foram feitos. Gosto muito do filme clássico, com o ator Bela Lugosi, e já vi também o “Drácula de Bram Stoker”, do Francis Ford Coppola. Vi numa aula de cinema também uma versão em espanhol que aproveita o cenário do filme do Lugosi, que é bem engraçada. Como a gente vive dizendo aqui, ver filmes também é uma ótima mandeira de conhecer histórias de livros.
Adoro esse nome: pleonasmo. Tanto quanto gosto de onomatopéia. Acho os dois difíceis de falar, meio trava-línguas, mas acredito que definem bem o que ele querem dizer. Claro que quadrinhos sobre pleonasmo iam me chamar atenção, né?
Todo mundo usa um pleonasmo de vez em quando. Adoro brincar com o “plus a mais” e já levei uma puxada de orelha por causa do “balança de precisão”. Polícia adora dizer que “foram apreendidas drogas e uma balança de precisão”, mas como bem explicou o meu editor na época, “toda balança é precisa, oras, e, se não for, não serve pra nada”.
E acho que uma outra característica do pleonasmo – e da nossa língua como um todo – é essa: só depois que alguém te chama atenção para o “erro” é que você percebe que ele tava ali. Imagino que ir à exposição “Menas: o certo do errado, o errado do certo” , sobre a qual a Lívia postou, deve revelar vários outros.
Vi os quadrinhos no Trabalho Sujo. Outras tirinhas da Chiquinha estão aqui.
O inglês Charles Darwin publicou, há exatos 150 anos, o livro que lançou a Teoria Evolucionista no mundo. O livro “A Origem das Espécies” é resultado de 21 anos de pesquisas e viagens do cientista. Até hoje a teoria revolucionária do séxulo XIX é questionada por aqueles chamados “criacionistas” (que acreditam que o homem foi criado a partir do barro por Deus), ainda que a maioria das pessoas leve muito a sério o “evolucionismo” e a Seleção Natural.
O caderno mais! da Folha de São Paulo publicou este sábado uma série de tirinhas do quadrinhista e biólogo Fernando Gonsales – aquele que faz o Níquel Náusea, sabe? – contando um pouco sobre esse extenso e complexo livro.
A gente aqui do blog scaneou pra vocês que não puderam comprar o jornal ou querem reler as tirinhas, que são muito engraçadas, aliás.
Estão abaixo, basta baixar pra vê-las maiores
Ontem foi aniversário do baixinho bigodudo mais famoso da Gália. Mas não deixem ele saber que eu falei isso dele!
A Livro fez uma matéria sobre Asterix para a revista piloto, que pode ser lida aqui http://issuu.com/angelabacon/docs/livro
Por tutátis! eles são tão incríveis…
Conheci este cartunista argentino há pouco tempo, mas olhar suas tiras diárias no blog autoliniers.blogspot.com já é hábito.
Daí que uma das pautas para a próxima revista Livro é A Volta ao Mundo em 80 Dias, do Júlio Verne e o Liniers me inventa essa tira no dia 12 de março:
Fofíssimo!
para mais coisas Liniers, o site oficial dele é porliniers.com















